Quando Jonas Masetti voltou da Índia em 2014, tinha um problema prático: como ensinar Vedānta tradicional num país continental como o Brasil?

O desafio
Na Índia, o modelo é presencial. O aluno mora perto do professor, vai todo dia, estuda anos seguidos. No Brasil, isso é viável pra pouquíssimas pessoas. A maioria mora longe de Petrópolis, trabalha, tem família.
A solução: Full Interactive Learning
Jonas desenvolveu o Full Interactive Learning® — um sistema com 4 câmeras e 32 monitores dispostos em U. Não é uma live qualquer. O professor vê cada aluno. Os alunos interagem entre si e com o professor em tempo real.

A diferença pra um curso gravado é enorme. Vedānta exige interação. O aluno precisa perguntar, o professor precisa ver se o aluno entendeu. Sem isso, vira só informação — e informação não transforma.
Os números
Mais de 150 mil pessoas estudam Vedānta por dia através da Vishva Vidya. O Vedanta Cast tem mais de 1000 episódios. O canal no YouTube tem 122 mil inscritos. São cursos gratuitos de introdução, turmas regulares de 2 anos, intensivos e formação de professores.
O que é gratuito
Os cursos introdutórios são gratuitos. A série de meditação guiada é gratuita. Vários conteúdos no YouTube são gratuitos. A ideia é que qualquer pessoa que queira começar a estudar tenha acesso sem barreira financeira.
Tecnologia a serviço da tradição
O ponto central não é a tecnologia. É o que a tecnologia permite: que alguém em Manaus tenha acesso ao mesmo ensino que alguém em Petrópolis. Que uma mãe com três filhos consiga estudar depois que as crianças dormem.
Jonas costuma dizer que sem tecnologia, o oceano que separa a pessoa do conhecimento profundo seria intransponível pra maioria. A tradição sempre se adaptou aos meios disponíveis — no passado foram palmeiras e recitação oral. Hoje é internet e câmeras.
[Comece a estudar gratuitamente](/blog/o-que-e-vedanta).
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